Veículo: Notícias de Mineração Brasil

Data: 14/5/2018

Clovis Torres, ex-diretor-executivo de Recursos Humanos, Sustentabilidade, Conformidade e Diretoria Jurídica da Vale, é um dos sócios do escritório de direito empresarial Souza, Mello e Torres. Ele se junta a Luis Antonio Semeghini de Souza e Calos José Rolim de Mello, em um escritório que deve atuar em setores como mineração, project finance, infraestrutura, private equity e fusões e aquisições (M&A).

Torres deixou a Vale no dia 8 de janeiro deste ano. Ele ingressou na Vale pela primeira vez em 2003 e ocupou, até 2007, o cargo de diretor do Departamento Jurídico da mineradora. Retornou à companhia em 2011 como consultor geral e diretor de Integridade Corporativa, responsável pelos setores jurídico, fiscal, governança, integridade, M&A e participações. Em 2016, foi promovido à posição de diretor-executivo e consultor-geral da mineradora. Ficou até o início de 2018.

Além da Vale, Torres também trabalhou na Bahia Mineração (Bamin), como vice-presidente, e foi presidente do Conselho Diretor do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), até dezembro de 2017.

O Souza, Mello e Torres tem dois escritórios, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo. Além dos três sócios que levam o sobrenome do escritório, outros seis sócios fazem parte a equipe, que tem 40 especialistas: Alexandre Simões Pinto, Julio Antonio Nunes Queiroz, Natália Teixeira Rabaça, Felipe Demori Claudino, Fabricio Cardim e Bruno Sartori.

De acordo com a assessoria do escritório, Luis Souza, Carlos Mello e Clovis Torres se conhecem há quase 20 anos, uma vez que trabalharam juntos no Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados.

Ao deixar o Machado Meyer, em janeiro de 2001, Luis fundou o Souza Cescon. Ficou lá por 17 anos. O advogado atua, principalmente, em financiamentos de projetos e infraestrutura. Ele liderou a reestruturação dos ativos da AES no Brasil, o que resultou na criação da Brasiliana e participou da estruturação de financiamentos e projetos de plataformas, gasodutos, rodovias, aeroportos, portos e de geração de energia e capitalização de companhias industriais, comerciais e financeiras.

Carlos Mello, por sua vez, foi sócio do Machado Meyer e esteve à frente do escritório por 25 anos, com atuação nas áreas de fusões e aquisições e private equity. Mello participou das vendas da área de lácteos da BRF para a Parmalat, da Ipiranga à Ultrapar, além da combinação dos negócios da Farmoquímica S.A. com a Divcom (dona da marca Imecap). Antes de associar-se a Luis Souza e Clovis Torres, estruturou o Rolim de Mello Sociedade de Advogados. As informações são do Souza Mello e Torres.